24 abril 2014

Idealizando o amor.


Às vezes eu fico pensando sobre o amor, idealizando o amor na verdade.
Eu fico imaginando como ele deveria ser... Eu até consigo visualizar aquele momento magico, de como o amor deveria começar, melhor, acontecer.
Deve ser por isso que escrevo tanto sobre o amor, deve ser essa minha teimosia de achar que o amor sempre será a maior de todas as forças, a mais forte de todas as fé’s.

O amor que eu idealizo, não é nada parecido com as ilusões que vemos por aí...
Claro que ele tem um toque de poesia, afinal, não seria amor, se não tivesse uma gota de poesia. Idealizo um amor, que quando real, tem a capacidade de curar, não apenas as pequenas feridas, mas todas as dores do mundo.

O amor acontece de várias formas, mas independente da forma, ele continua amor. Tem o amor de amigo, tem o amor de mãe (e de pai também), tem o amor próprio, o amor por outro, e tem o amor que está escasso, o amor por tudo, por todas as criaturas e coisas. E isso não quer dizer que você tem de ser um tolo ou um obsessivo, isso só que dizer que nos falta amor de verdade.

Eu idealizo um amor tão puro, que pode transformar vidas, movimentar o mundo. Mas, amor também precisa se alimentar. Já sei, talvez o amor seja isso, um animal de natureza selvagem, mas que por muito tempo sendo domesticado, ali está, porém, se descuidado, torna-se um monstro, um causador de problemas. O amor precisa ser alimentado todos os dias, com palavras e atitudes. Talvez, o maior erro do homem (no sentido de ser e não de gênero), é achar que depois de conquistado o amor, ele o terá para a vida inteira, e esquece que o amor, assim como os demais sentimentos, é mutável.

Manueli Dias

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