05 junho 2014

Justiça!





O que dizer sobre justiça?
Eu sou uma apaixonada pelas leis...
Eu acredito no clichê que a justiça é para todos, e não para alguns.
Eu não acredito que a justiça falhe!
Eu só não acredito naqueles que a executam!

O fato é que o ser humano é falho. O fato é que o povo, sim, o povo, quem realmente detém o poder, põe no poder quem nada faz por eles. Daí desde pequena eu ouvi a expressão: “ah, o povo não cansa de apanhar”, ou então, “ah, o povo merece apanhar mesmo, pra deixar de ser burro.” E para fazer uma conclusão destas expressões, eu concluo com outro dito: “apanhou tanto que relaxou!”

“A justiça tarda, não é cega, nem falha. A justiça é clara, não é secreta, é pesquisável, mas nem sempre é pública.”

Mas, o que vem a ser de fato, JUSTIÇA?!

“a justiça não é comum a todos, não é igual para todos, nem sempre é justa, nem sempre é certa.”

Não concordo que seja a justiça injusta, e sim asqueroso aquele que comete a injustiça.
Mas, se tudo tem os dois lados, e se cada lado tem suas razões e cada razão suas certezas, o que de fato está errado? Se o certo pode se tornar relativo?!
Então, como ser justo?
Como levar a justiça a todos?! Sim, porque num âmbito geral, é fácil ser justo, não, não que vença a maioria, isso não é um âmbito geral; quando dito âmbito geral, me refiro a uma educação pública de qualidade, a uma saúde pública boa, refiro-me ao respeito pelo cidadão.
Ser justo é dar ao povo “respostas” de seus impostos.
Ser justo, não é formar uma fila de idosos e gestantes, coloca-los sob o sol, e dizer que é a fila de prioridade.

“A justiça é uma janela aberta, faça chuva ou faça sol”

Sim, é bem isso...
E a justiça começa de pequeno, começa quando cada um sabe ser justo para com o próximo. E quantos são aqueles que cobram justiça; injustiçando o outro? Quando vamos entender que para exigir nossos direitos é preciso estar quite com os deveres?!

“Tanto a justiça quanto a morte, certamente, um dia chega, mas, às vezes, a morte chega primeiro.”

E quando as pessoas, realmente vão começar a mudar isso?!

Manueli Dias

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