30 outubro 2014

A Bailarina III




Elementada pelo bailado que lhe purificou o coração
Dançando eternamente com o regresso
Bailando perene pelo ar
A bailarina, é raio de sol que ilumina
Ao tocar o solo, é flor que sente a terra

Em seus passos ajustados
Sincronizados com o amor
Ela é chuva
Terremoto que abala
Rio que corre e desagua no mar

Em sua redenção
Na limpeza do ácido que corria sua alma
A bailarina, tornou-se tela emoldurada
Poema que nunca acaba

Ela se fez pedaços de amor
Gotas de ternura
Toques leves de insensatez e ilusões

No seu bailado
Tornou-se pássaro
Promessas de amor
Agora, a bailarina é um reflexo da Lua.

Manueli Dias, 2014

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