07 março 2016

Devaneio poético: O sobrenome do coração


Abrir espaço para esta poesia que nos sustenta. Andar a passos largos sem olhar amedrontado para os lados e com preocupação mínima do que para traz se deixou. Tenho por prazer chamar isso de coragem. Coragem para escrever a sua própria história, com pontos vírgulas reticências e o que mais quiser. 

Tudo bem! Às vezes a poesia foge, mas para os que não conhecem esta é uma das especialidades das palavras no verso. Escondem-se para gerar poemas, poemam-se para gerar poesia depois fogem novamente para manter o lema. Quem se assusta com o sumiço se perde, fica solto no trilho e até adormece.

Outras vezes a escrita é frágil, porém a fragilidade em sua maior simplicidade pode criar coisas tão imensas que nem o mais sábio e forte humano se poria a imaginar. 

Terminando este devaneio, tenho em mente que entre trilhos, versos, fragilidades e poemas na corda bamba, o coração é quem dita o tema. Pois, coração forte e levado pelo propósito de acompanhar a  vida é guia para um poema bem escrito, um verso bem lido e uma alma leve, sem medos nem lados. 

Coração decidido tem sobrenome de poesia. porque lá no fundo sabe que sua decisão só dura até  próxima esquina. Depois... Bem, depois tudo depende do clima que está indiscutivelmente apaixonado pela harmonia sutil de uma beleza chamada rima.

Vanessa Vieira

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