14 abril 2016

Amarras invisíveis


Amarras invisíveis


Teu amor é prisão sem grades
Teu abraço é jaula onde me tranco...
Nosso encontro de mãos, é algemas que não vejo
O beijo, posse que não sinto.

Retida fico,
Em tua retina, no mar negro de teus olhos
Na saudade, mar me engole.

Minha condenação...
Foi-se a suposta liberdade!
A pena máxima;
Cumprirei em teus braços.

Trancafiada fui,
Em amarras invisíveis
Do amor que jamais pensei ter. 


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